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Archive for novembro \27\UTC 2012

por Daniele Bragança – Oeco

Vista Geral da subestação Cuiabá (MT) da Linha de Transmissão Catxerê. Foto: Divulgação/Ministério do Planejamento.

A segunda edição do relatório “O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 – Oportunidades e Desafios” foi lançada ontem (12) em São Paulo. O estudo faz uma análise crítica da eficiência do modelo energético e afima que um quinto da energia produzida no país é desperdiçada durante a transmissão da energia até os centros de consumo.

Essas perdas de energia, diz o documento, aumentam 5% a tarifa média paga pelo consumidor. A conta foi feita em 2007 pela auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU).  Segundo o levantamento, as perdas no sistema de transmissão de energia elétrica não chegam a 6% no Chile e, na Europa, estão em 7%.

“Além de demonstrar o cenário alarmante de desperdício de energia elétrica no Brasil, [as conclusões] tornam questionável a estratégia da atual matriz energética que, em vez de priorizar programas de combate de perda de energia elétrica nas linhas de transmissão, busca sanar a demanda de energia por meio da construção de outras fontes de geração, como novas hidrelétricas que, além de absorveram significativo montante de recursos públicos, dinheiro dos contribuintes, implicam em significativos impactos socioambientais”, diz Oriana Rey, assessora do Programa Eco-Finanças da Amigos da Terra – Amazônia Brasileira e autora de um dos capítulos do relatório.

O documento afirma que “os impactos e riscos socioambientais de hidrelétricas são tipicamente subestimados ou mesmo desconsiderados nos estudos inventários de bacia e relatórios de impacto ambiental (EIA/Rimas) e, portanto, nas análises de viabilidade econômica dos empreendimentos”.

Os autores das 93 páginas pertencem às organizações não governamentais (ONGs): Instituto Socioambiental (ISA), Greenpeace Brasil, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, International Rivers – Brasil, Amazon Watch e com o apoio da WWF – Brasil e dos especialistas professores Célio Bermann, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP e Philip M. Fearnside, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). O prefácio é assinado por Marina Silva.

Lançado pela primeira vez durante a Rio+20 o relatório “O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 – Oportunidades e Desafios” pode ser lido na íntegra aqui.

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de Rádio Tapejara

Devido à falta de chuva, a usina hidrelétrica Machadinho teve de suspender a geração de energia na tarde de terça-feira. A paralisação foi determinada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

A falta de chuva significativa nas duas últimas semanas reduziu os reservatórios das hidrelétricas no norte do Estado. Segundo o gerente da usina, Elinton Chiaradia, o lago de Machadinho está com 20% da capacidade e 11,5 metros abaixo do nível máximo. Quando atinge a marca de 15 metros, a geração precisa ser paralisada.

– Vínhamos gerando (energia) com 70% da capacidade e, como continuou a baixar o nível do lago, o ONS tomou a medida de forma preventiva – afirma Chiaradia.

Com capacidade total de geração de 1.140 megawatts (MW), a usina deve permanecer com as turbinas paradas até o reservatório recuperar o nível necessário para operar. Cerca de 120 mil litros de água são liberados por segundo para garantir a normalidade do leito do Rio Pelotas.

A hidrelétrica Itá, que fica abaixo de Machadinho, também reduziu a operação à força mínima, de 200 MW. Apesar de estar com 57% do volume útil do reservatório, a usina tenta preservar água para o verão.

– As previsões são de pouca chuva. É preciso poupar para o período de maior necessidade – diz Chiaradia.

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de Misiones Online

Mediante un comunicado oficial, la empresa estatal brasileña de energía Electrobrás, difundió el cronograma de trabajo para el proyecto binacional. Si los resultados de los estudios lo permiten, la licitación de la obra se haría en 2015. El primer trimestre de 2013 comenzarán los estudios que determinarán si es factible construir las centrales de Garabí y Panambí.

A través de un comunicado oficial, la eléctrica federal brasileña Electrobrás confirmó que recién el primer trimestre del año próximo comenzarán los estudios técnicos que determinarán la factibilidad del proyecto para construir centrales hidroeléctricas en Garabí y Panambí.

Según el comunicado, se definió un cronograma de trabajo en una reunión binacional de la que participaron, por Brasil, el superintendente de Generación de la Eletrobras, Sidney do Lago y el  secretario de Planeamiento e Desarrollo Energético del Ministerio de Minas y Energía, Altino Ventura Filho y por Argentina, entre otras autoridades, el presidente de la delegación argentina en la Comisión Técnica Mixta, Oscar Thomas y el presidente de Ebisa, Edgardo Lluravel.

“La expectativa es que el contrato se firme en diciembre y que se inicie un estudio de viabilidad en el primer trimestre del 2013”, informó Eletrobras.

De acuerdo con la firma brasileña, los estudios contemplarán los informes de impacto ambiental y de comunicación social necesarios para avanzar en el proyecto.

El cronograma acordado prevé que en 2015, siempre y cuando los   resultados de los estudios de viabilidad así lo avalen, se lleve adelante la licitación para las obras principales.

Siempre según el cronograma, los trabajos para montar las centrales comenzarían el 2016 y finalizarían cuatro años después, lo que permitiría que las hidroeléctricas estén operativas en 2020.

El complejo Garabí-Panambí se construirá entre el estado sureño de Río Grande do Sul en Brasil y las provincias de Misiones Corrientes y consistirá en dos represas de 1GW, Garabí y Panambí.

La inversión total en el proyecto debiera llegar a 4.800 millones de dólares, y el financiamiento lo aportarán los gobiernos y el BID.

Estiman que la obra va a generar cerca de 7.500 puestos de trabajo directos, tanto en para la obra central como en las reformas y mejoras que se lleven adelante en las ciudades ribereñas afectadas, trabajos que estarán incluidos como obras complementarias.

El proyecto original preveía una sola central en Garabí, lo que implicaba inundar casi 3.000 kilómetros cuadrados, luego se cambió el proyecto por que incluye dos centrales más pequeñas, una en Garabí y la otra en Panambí, lo que reduce la superficie inundable a alrededor de 740 kilómetros cuadrados.

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